Incontinência Urinária Feminina

       O urologista também trata alterações femininas. Entre elas a incontinência urinária.

     Se trata de um problema comum nas idades entre 40 a 59 anos, mulheres de cor branca, com a escolaridade mais baixa, casadas e com a renda de até 3 salários-mínimos. A prevalência pode chegar até a 20% na população em geral. Os fatores de risco também incluem mais de 2 gravidezes, obesidade, tabagismo, climatério (após a menopausa) e retirada cirúrgica do útero.

     A incontinência urinária leva a uma queda importante de qualidade de vida, com perda da vida social e até reflexos na sexualidade feminina, aumentando a incidência de depressão e baixa autoestima.

     A incontinência urinária é definida pela dificuldade ou incapacidade de reter a urina na bexiga durante esforços ou no momento do desejo miccional, antes de chegar ao banheiro.
Acontece por uma fraqueza do esfíncter (músculo estilo “válvula” que segura a urina na bexiga) ou por uma fraqueza dos ligamentos que sustentam a bexiga na pelve, levando a uma perda de urina quando se aumenta a pressão abdominal (esforço).

     O diagnóstico pode ser feito apenas pela conversa (anamnese) e exame físico (observando a perda urinária da mulher pelo médico), mas rotineiramente se utiliza um estudo urodinâmico.

    O tratamento geralmente é cirúrgico, colocando-se uma tela (sling) abaixo do esfíncter, através da vagina, minimamente invasiva e rápido retorno às atividades normais.


Consulte um Urologista e tire suas dúvidas.

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